quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Entrevistar
Ha pouco tempo entrevistei uma fulaninha para uma posicao aqui na empresa. Gira nas horas, vinte cinco aninhos, historia de vida que eu nao terei aos cinquenta. Refugiada da Somalia, cresceu entre a Holanda e o Reino Unido de maneiras que fala as duas linguas bastante bem. Tirou um curso de engenharia quimica e entreteve-se com inumeros trabalhinhos de Verao assim que se apanhou com idade para trabalhar. Desde integracao de criancas refugiadas na sociedade dita ocidental, a apoio ao cliente e avaliacao de garantia de maquinas fotograficas da Sony. E agora trabalha ha dois anos para a Sabic como engenheira de processo e quer-se mandar para a Ranstad. Pois, recomendei-a com toda a alma porque ela e mesmo cativante e parece-me uma lufada de ar fresco. Para alem de ser, obviamente, qualificada. Mas o que me impressionou mesmo foi ela ter vindo a entrevista com um relogio mau no pulso que ainda por cima estava parado no tempo.
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